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Gays saem do armário eleitoral
 

 

 

 

 

"O grupo de gays, lésbicas e travestis tem ganhado mais força nos últimos tempos.  É exatamente sobre isso que trata o artigo publicado no “Brasil Econômico – SP”, sob o título de “Agenda gay sai do armário e entra na pauta eleitoral”, do dia 23 de junho.
A matéria cita a decisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) de determinar que todas as empresas de seguros e planos de saúde aceitarem como dependentes parceiros de casais homossexuais estáveis. Cita também outra vitória do grupo: a inauguração em Campinas da Escola Jovem LGBT, a primeira do gênero no país, com recursos públicos no valor de R$180 mil. Contudo, cita outra realidade: o fato de não conseguir, no Congresso, propulsionar o projeto de lei que criminaliza a homofobia no Brasil.
Aliás, esse é apenas um dos projetos contra os quais os parlamentares evangélicos têm lutado no Congresso. Conscientes acerca dessa resistência, os gays resolveram mobilizar-se para conseguir aprovar nos Legislativos do país os seus próprios representantes, afinal os deputados eleitos que são apenas simpatizantes do movimento gay não são atuantes o suficiente. Prova disso são as declarações feitas pela drag Queen Léo Aquila, cuja meta é “formar uma bancada gay com experiência empírica.
De acordo com ela, os evangélicos são, sim, adversários políticos dos gays. Referindo-se aos evangélicos, disse: “Eles representam 9% do Congresso Nacional. Quanto mais evangélico na política, pior para os gays. Nós precisamos de uma bancada nossa”.
Pelo que se pode perceber, os evangélicos também precisam se mobilizar mais, pois se com apenas 9% da composição do Congresso já consegue fazer oposição ferrenha, imagine com uma bancada maior!
Sem essa mobilização dos evangélicos, não há como evitar a aprovação de projetos que contrariam a fé cristã, como aqueles que vêm sendo barrados a muito custo: que criminaliza a homofobia, permite o casamento entre homossexuais, regulamenta a profissão de prostituta, entre outros.
Por essa razão, os cristãos não devem assumir uma postura passiva diante dos assuntos políticos. A política é essencial para o bem-estar da coletividade. Ela não deve ser vista como uma “coisa suja”, por causa da ação de políticos corruptos. Estes não estão no poder ao acaso, mas, sim, pelo voto (não bem utilizado, diga-se de passagem). Daí a necessidade de uma participação mais efetiva do evangélico na vida política do País.
É preciso que todos tenham bem claro na mente a importância da participação nas diversas esferas da nossa vida. Um condômino, por exemplo, que sempre se ausenta das reuniões do condomínio onde mora, não pode se opor ao pagamento de taxas-extras  ou do aumento do salário do síndico após a decisão da maioria dos moradores.
Voltando para os cristãos, nada mais oportuno que citar uma declaração do Bispo Macedo, no livro Plano de Poder – Deus, os Cristãos e a Política: "Insistimos em que a potencialidade numérica dos evangélicos como eleitores pode decidir qualquer pleito eletivo, tanto no Legislativo quanto no Executivo, em qualquer que seja o escalão, municipal, estadual ou federal. Mas essa potencialidade depende de cultura cívica, conscientização, engajamento e mobilização. Essa é a fórmula da participação determinante".

 

Arca Universal

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